Desenvolvida pela Hum. Publicações a partir da parceria com a Cátedra de Leitura da Unesco e o Instituto Interdisciplinar de Leitura – iiLer,  a Coleção Mediações é uma materialização de desejos e intenções de mentes que entendem que a leitura, em seus diversos âmbitos, deve ser uma prática ainda mais presente no cotidiano.
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Seja você professor, estudante, pai ou mãe, avô ou avó, filho ou filha, vai encontrar na Coleção Mediações caminhos, reflexões, inspirações e grandes questões da leitura e sua mediação.

Os livros da coleção
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Professor leitor: uma aprendizagem e seus prazeres
de Eliana Yunes
Com uma linguagem leve e sincera, 10 capítulos, Eliana Yunes conversa sobre o quanto lemos sem perceber e o quanto perdemos ao não tomarmos a literatura como um ensaio para a vida.
Formação de mediadores de leitura: o sentido entre o texto e seu leitor
de Alessandro Rocha
“Ler não é uma atitude passiva de pura fruição, antes é uma intervenção sobre o mundo”. A frase, de Alessandro Rocha, revela o tom inspirador presente em seu livro e nos faz raciocinar sobre a importância da leitura como um elemento de função social.
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Formação do leitor: uma questão de jardinagem
de Maria Clara Cavalcanti
Com um texto leve, circundado por memórias da infância, “Formação do leitor: uma questão de jardinagem” apresenta um diálogo direto com o leitor, que aproxima o cuidado na mediação de leitura do engenho do jardineiro para fazer um canteiro vivo e harmonioso.
Leitura no trabalho: destravando línguas, olhares, pensamentos
de Gilda Maria Rocha de Carvalho
e Thatty Castello Branco
Em “Leitura no trabalho: destravando línguas, olhares e pensamentos”, as autoras Gilda Maria Rocha de Carvalho e Thatty Castello Branco tratam da formação do leitor já em idade adulta, considerando seu cotidiano no ambiente de trabalho, bem como sua força transformadora e o ganho de autoestima que o conduzem à redescoberta do mundo.
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Que histórias contar para os filhos?
de Rosana Kohl Bines
As histórias são como narrativas que soam, como um disco de antigas melodias que não cansamos de tocar.” As palavras da autora Rosana Kohl Bines nos fazem “ouvir” um livro dedicado a um importante evento de leitura: a reunião de pais e filhos pela linguagem.
Roteiros de leitura na escola: da biblioteca escolar à sala de aula
de Rubén Pérez-Buendía
Neste livro, Rubén Pérez-Buendía resgata o papel das bibliotecas escolares: sai a imagem estigmatizada de um lugar de tédio e entra a de território indispensável na escola para a prática pedagógica.
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Hoje se lê o espetáculo? Lê, sim, senhor!
de Marta Morais da Costa
A leitura de textos escritos para o teatro merece um olhar atencioso para as suas diferenças diante de outros textos considerados literários. É o que faz Marta Morais da Costa a partir de duas situações chaves sobre o assunto: uma ligada à pouca experiência que o aluno brasileiro tem com textos dramáticos e outra sobre as grandes possibilidades de nessa lacuna brotar o novo para o leitor, como um caminho de ampliação de sua visão cultural.
Os autores
Eliana Yunes

Ouvindo histórias com meu avô, no rádio e no cinema, comecei a descobrir que a vida era maior que o vivido. Depois com Lobato, o tamanho do mundo cresceu definitivamente. Por isso, a leitura é cerne da minha vida: entre parábolas e poemas, aprendi o sentido misterioso das palavras e a linguagem das artes.
Então decidi que queria dedicar meu tempo e minha criatividade a fazer com que outros descobrissem através delas, lendo nas linhas e entrelinhas como a vida em comum na terra dos homens pode ser melhor e mais justa. Desse modo, acho, me tornei uma contadora de histórias, quando dou aulas – um prazer inesgotável –, quando faço palestras ou estou entre amigos.
Sigo estudando línguas para entender como pensam outras gentes. Também por isso, sou leitora e ouvinte atenta e gosto de silêncio, de recolhimento e de contemplar. E mais: de arrumar casa, fazer doces e consertar tudo que se desarranja. E hoje, de ter muita paciência com tudo.

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Alessandro Rocha

É um interessado nas coisas desse mundo e gosta de vê-las de diversos ângulos diferentes.
Intelectualmente une filosofia, literatura, educação e teologia buscando entender os caminhos e descaminhos da realidade que nos visita todas as manhãs. A mesma coisa faz com as delícias da vida: gosta de boa música (venha de onde vier), de boa comida (aí os temperos dizem tudo), da conversa sem propósito.
Juntando tudo isso espera construir o mosaico da realidade.

Maria Claria Cavalcanti

É contadora de histórias do grupo Confabulando, pesquisadora, autora de livros infantis e juvenis e, acima de tudo, avó.
Cresceu ouvindo tantas histórias que, para que elas não morressem, tratou de contá-las para suas netas, sobrinhos e sobrinhos netos.
Adora ler, escrever, jogar conversa fora e um chope gelado com amigos.

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Gilda Maria Rocha de Carvalho

Adora ler e escrever, por isso escolheu ser jornalista. No curso de Comunicação, encontrou as Relações Públicas e, nelas, a Administração, de onde não saiu mais. O gosto pela leitura e pela escrita nunca saiu do coração, e eis que, com as voltas da vida, terminou no mestrado em Literatura e trabalhando com a leitura. A descendência portuguesa deixou nela a marca da fé, que a brasilidade temperou com doses de misticismo. Tem fascínio pelas estrelas e por tudo o que emana luz. Gosta muito de um bom queijo, um bom vinho, um bom papo e, logicamente, uma boa história.

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Thatty Castello Branco

Adora plantas e bichos, tanto que se pudesse moraria num jardim cheio de flores de onde também brotassem muitos livros, é claro. A cada dia aprende e desaprende um pouquinho sobre a vida. As artes em geral, a literatura em particular e Deus são seus queridos guias neste aprendizado infinito.

Rosana Kohl Bines
É carioca, mas tem uma queda forte por um poeta dentuço lá do Recife, que engoliu um dia um piano e deixou o teclado de fora. Com Manuel Bandeira, aprendeu que a poesia está em tudo, nos amores e nos chinelos, nas coisas lógicas e nas disparatadas.
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Rubén Pérez-Buendía
É mexicano e pesquisa sobre cultura escrita, literatura infantil e juvenil e biblioteca escolar na América Latina. Desde adolescente, interessou-se muito pela literatura e se convenceu de que o mundo seria bem melhor se todos tivessem acesso a ela. Posteriormente, decidiu estudar Sociologia e vincular-se à educação pública, trabalhando com crianças e professores para pensar como possibilitar o acesso à leitura e fazer da palavra oral e escrita uma ferramenta para a participação cidadã consciente.
Marta Morais da Costa
A criança que fui aprendeu a ler muito cedo e prosseguiu devorando toneladas de papel no já longo caminho da vida. Das pedras e do terreno agreste nasceram dúvidas. Das flores à beira do caminho, fizeram-se buquês de esperança. Em cada curva da estrada, ficou um tanto de certezas e expectativas; em cada aclive, dilataram-se novos olhares. Nos declives, brotou a sempre bem-vinda reflexão sobre a vida. Vista do alto, a caminhada desenhou estranha teia construída por papéis, tintas, sons e telas. Brilhante. Resistente. Inconfundível. Minha história, tramada com letras e imagens, se revela no que traço e escrevo. Sou, em cada aurora, renascente. Em cada crepúsculo, utopista. E, ao brilho do sol, um pobre ser caminhante levando dentro de si o desejo de não ter vivido em vão.
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